terça-feira, 8 de maio de 2012

Prepare sua empresa para as redes sociais




Em meio a tanto entusiasmo com redes sociais, a metade descrente pode ser até confundida com pessimistas de plantão. Não é verdade. Em recente entrevista à revista HSM Management, o maior de todos os gurus de gestão, Philip Kotler, explica o papel destas novas relações. “Ela exacerbou a disponibilidade e a velocidade de transmissão de notícias tanto para o bem como para o mal.” Para ele, está cada vez mais difícil para uma empresa hoje oferecer má qualidade e pouco valor sem que o boca a boca espalhe palavras venenosas sobre a companhia.
Há lições a aprender sobre isso. As redes sociais não chegam a ser a mais completa novidade. Elas estão aí há pelo menos três anos, no caso das mais novas como o Twitter. Outras são ainda mais antigas. O boom do Orkut no Brasil ocorreu entre 2004 e 2005. Por isso, se uma  empresa acha que vai encontrar usuários despreparados, pode rever seus planos. Novatas nessa história são as empresas.
Mas sempre há como aprender. Cases de falta de traquejo com mídias sociais são, muitas vezes, melhores para assimilar conhecimento sobre essas mídias do que aquela “rasgação de seda” dos sucessos consagrados, que sempre focam no sucesso e esquecem de revelar os pontos fracos a serem trabalhados. Acompanhe cinco deles, e esteja preparado para agir assertivamente dentro das redes sociais.

Falou, está falado

Em agosto de 2009, o Senador Aloizio Mercadante (PT-SP) anunciou no perfil que mantém no Twitter que deixaria a liderança do partido se as acusações contra o presidente do Senado José Sarney fossem arquivadas. Era uma decisão em “caráter irrevogável”, publicou. No dia seguinte, ele recuou. O intervalo entre a atitude enfática e o refugo seriam perdidos em um telejornal ou um noticiário impresso. Mas, na rede, as parabenizações se transformaram em críticas. Em poucas horas, o tal “caráter irrevogável” virou piada. Durante um dia todo, foi o segundo assunto mais comentado nesse site q tem 50 milhões de usuários no mundo e cerca de 200 mil no Brasil.
Portanto, tome cuidado com o que você posta no ambiente virtual da sua empresa. Assuntos espalham nas mídias sociais como agulha no palheiro, à uma velocidade incontrolável. Se você pecar nas publicações vai ser difícil corrigir um boca-a-boca negativo.



Não é TV

A apresentadora Xuxa Meneghel foi outra que descobriu da pior forma o que é boca a boca no Twitter. Também em agosto de 2009 a celebridade da TV criou um perfil para divulgar seu trabalho diário. Mas erros de português dela e de sua filha Sasha foram duramente criticados pelos usuários. Xuxa reagiu com um palavrão e disse que a filha tinha sido educada em inglês, por isso a gramática falha. Foi o motivo para uma enxurrada de mensagens ofensivas que a fizeram abandonar o site.  
Tenha uma linguagem formal, e, se necessário, faça algumas adaptações, como por exemplo na conversa com um adolescente, que tende a ser mais informal e cheia de "gírias". Mas não exagere na informalidade. Pondere suas palavras!

É a comunidade que te vigia

Em 2006, o supermercado Wal-Mart foi flagrado alterando o próprio verbete na Wikipédia. Qualquer um pode modificar os textos na enciclopédia online, mas existem regras e controle para isso. Os usuários do site alertaram para a quebra da iserção nos textos e o assunto foi parar nos jornais, virando o primeiro caso famoso de falta de ética em redes sociais.
Quanto mais seguidores das suas páginas nas redes sociais, mais pessoas vigiando a sua marca existem! Suas publicações são como um céu aberto que todos podem ver.

O meio é independente

Novamente o Wal-Mart. Ainda em 2006, um site chamado Walmarting Across America contava a história de dois fãs do varejista que viajavam pelos EUA e paravam nas lojas da rede onde conversavam com funcionários e clientes para mostrar como o Wal-Mart era maravilhoso. Mas era tudo mentira: os dois eram contratados. A descoberta teve mais repercussão do que a propaganda. Outra que entrou nessa foi a Warner Music. Ao tentar divulgar uma banda com blogueiros, a empresa esqueceu-se de perguntar se eles gostavam da música. Resultado: você conhece a banda The Secret Machines? No Brasil, a Nike teve problema semelhante ao tentar promover o jogador Ronaldo em blogs.

Educar é preciso

Um funcionário do time de futebol americano Philadelphia Eagles foi demitido porque criticou a venda de um jogador ao rival. No Facebook, ele chamou os dirigentes de idiotas. Na Suíça, uma funcionária foi mandada embora após abandonar o emprego se queixando de dores de cabeça e ser flagrada em casa usando o iPhone em redes sociais. Outro funcionário da Fedex foi despedido porque falou mal da cidade onde a empresa está sediada no Twitter. Funcionários que sabem lidar com tecnologia nova deveriam ser demitidos ou educados para gerar valor em algo que nem a empresa sabe usar? Pense sobre isto. Atente-se também para as possíveis críticas que vocês faz nas redes sociais, para quê sua empresa está usando as mesmas e filtre tudo o que for postar, antes de publicar.



Assimile e aprenda com o ódio

A ótima história é contata no blog A Quinta Onda, do líder de marketing e comunicação da IBM Brasil, Mauro Segura. A diretoria de uma empresa descobriu uma comunidade no Orkut chamada “Eu odeio o banheiro da XYZ” (os nomes são omitidos). A primeira reação foi achar o autor do despautério para demiti-lo. Até a área de TI foi envolvida para rastrear a pessoa que ousou criticar um banheiro da empresa. Após os ânimos se acalmarem, a diretoria resolveu verificar. O local era usado por 150 funcionários de um andar e era realmente uma imundice. A demissão foi trocada por uma reforma total. No final das obras, a comunidade sumiu.
Faltou mostrar um dado sobre o estudo da Russell Herder. Mais da metade dos pesquisados (51%) dizem que tem medo de usar redes sociais por puro desconhecimento. Provavelmente, eles nunca pesquisaram sobre esses péssimos cases na internet.
Então, monitore o que as pessoas estão falando da sua empresa, até mesmo possíveis menções de seus próprios colaboradores. Procure identificar seus pontos fracos e melhorá-los através de críticas ou pesquisas junto a seus clientes internos e externos.
O ambiente de social media deve ser trabalhado com dedicação e cautela, prestando-se atenção em todos os comentários positivos e negativos da sua empresa, a fim de que você melhore a interação neste ambiente e reduza as possibilidades de erro e, conseqüentemente, má fama.




(Fonte: blogdoecommerce.com.br, com adaptações)


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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Informação do segmento - "Social Media Day"


A MobMob (www.mobmob.com.br), startup focada em professional networking, anuncia a terceira edição do Social Media Day São Paulo, que acontecerá no dia 30 de junho, no Expo Center Norte, com o tema “Não seja conduzido, conduza”. As vendas de ingressos já estão disponíveis no site da empresa. O evento idealizado pelo blog norte-americano Mashable será realizado, simultaneamente, em mais de 90 países e em mais de 1.4 mil cidades diferentes, números que posicionam o Social Media Day como maior evento mundial de mídias sociais.
“O Social Media Day São Paulo tem a missão de contribuir para o amadurecimento do mercado nacional de mídias sociais, marketing digital e mobile. Além de conhecer as tendências do setor, quem comparecer ao evento sairá de lá com a cabeça cheia de novas ideias e poderá trocar experiências com profissionais que ditam as tendências do setor. O foco do evento está no uso das mídias sociais, digitais e mobile para gerar resultados tangíveis para as empresas”, comenta Anderson Criativo, sócio-fundador da MobMob.
Realizado pela MobMob desde 2010, o Social Media Day São Paulo teve a maior edição em número de participantes de todo o mundo em 2011. Até o momento os organizadores já confirmaram os primeiros palestrantes da edição 2012, entre eles profissionais renomados como Fabiano Coura, Diretor de Planejamento da R/GA; Andre Matarazzo, Chief Creative Officer da Possible Worldwide São Paulo e Ignácio García, Coordenador das Redes Colaborativas do Fórum de Inovação da FGV/EAESP. A apresentação do evento ficará por conta de Rafael Losso, ex-VJ da MTV e atual Country Manager do Livestream no Brasil.
O tema da edição 2012 será “Não seja conduzido, conduza”, que terá objetivo de estimular os participantes a não absorverem passivamente o conteúdo do evento, mas usá-lo como matéria-prima para o desenvolvimento de novos projetos, modelos de negócios e de comunicação.
“Dividimos o evento em três grandes pilares, comportamento, estratégia e tecnologia. A ideia é levar especialistas que abordem com profundidade cada um dos assuntos selecionados. Nosso diferencial é que fazemos questão de convidar palestrantes de alto nível que tragam novas visões e possam oferecer novas experiências que não são contempladas na maioria dos eventos do setor”, finaliza Criativo.

Sobre a MobMob

Nascida em 2009, a MobMob é a startup que criou um modelo de negócios inédito que possibilita que investidores – pessoas físicas ou jurídicas – tornem-se sócias dos eventos. A MobMob tem uma visão diferenciada sobre o futuro da educação corporativa e possui como meta ser o principal player latino-americano de formação de lideranças para a Nova Economia. Atualmente a MobMob realiza eventos internacionais como o TNW Conference Latin America e Social Media Day São Paulo.


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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Infográfico revela comportamento dos usuários nas redes sociais

"Pesquisa inédita revela comportamento dos internautas nas principais redes sociais."


Quatro a cada dez usuários de Facebook no Brasil sentem-se expostos na rede social, aponta pesquisa feita pela Hi-Mídia realizada em parceria com a M.Sense divulgada nesta sexta-feira, dia 13. A pesquisa identifica as principais diferenças entre aqueles que utilizam o Facebook e o Twitter. De acordo com a pesquisa, os usuários do Twitter que se sentem expostos correspondem a 26% do total. 

A pesquisa também mapeou a diferença entre os interesses básicos dos dois grupos nas redes sociais. Enquanto a maioria dos usuários de Facebook o utilizam para se “comunicar com amigos/familiares” (81% dos entrevistados que o utilizam) e “acompanhar o que acontece com amigos / familiares” (59%), o Twitter é basicamente utilizando para se “atualizar com notícias e acontecimentos” (58%) e “ler assuntos que interessam” (51%).


Mais utilizados

Os serviços de redes sociais mais utilizados no Brasil são, de acordo com o levantamento, o Facebook (86% dos usuários que acessaram redes sociais nos últimos 30 dias), Orkut (63%), Google + (33%), Twitter (32%), LinkedIn (22%), Badoo (16%) e Sonico (10%). A pesquisa revela que 95% do total de usuários entrevistados usaram alguma rede social no último mês. 


Confira abaixo:





Diante de informações tão importantes como essas torna-se evidente a disseminação das redes sociais como importante, senão principal meio de comunicação entre os internautas.

As empresas precisam estar presentes na social media e desenvolver com seus clientes uma interação cada vez mais dinâmica, amigável e transparente. É preciso se atualizar, rever os processos de comunicação que ligam a empresa com o cliente e implantar novos métodos de relacionamento.

Fala-se muito em Gestão das Informações, e começar um projeto ambicioso de Marketing Digital para sua empresa pode ser um começo ascendente.





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segunda-feira, 26 de março de 2012

E-commerce e Redes sociais

O Brasil é um dos países que mais acessa as redes sociais, segundo o comScore. As redes de relacionamentos tornam-se cada vez mais fortes e passaram a ser um fator de influência no comércio eletrônico. Milhões de consumidores fazem compras pela internet, fato que reafirma a tendência  de crescimento do e-commerce no Brasil (Veja nosso artigo a respeito, clique aqui). Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual está crescendo cada vez mais.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet. A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente. As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra online. 




Consumidores ativos nas redes sociais

Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igualmente entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres. Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra. A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

Social Commerce em alta


O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos às redes sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea. O cliente além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais de comunicação. É um institucional criados pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.
Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca-a-boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma que o elogio de um consumidor pode atingir milhões de pessoas, uma avaliação negativa da marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade. As empresas precisam não só saber o que estão falando de sua marca, como também transformar essas informações em algo positivo para si. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.
As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas. A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com elas pode levar tempo, se tornando um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também uma rede de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.
Dê sua opinião sobre a influência das redes sociais no e-commerce brasileiro. Deixe seu comentário.


(Créditos e Fonte: Renata Reis, falando-ecommerce.com)



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quarta-feira, 21 de março de 2012

O case de sucesso da Tecnisa e os 5 perfis de consumidores digitais

Cases de sucesso têm sido verdadeiros exemplos de como algumas estratégias empregadas pelas empresas podem dar certo e fazem valer a pena o esforço dispendido na prática.  



Roberto Aloureiro, ex-gerente de redes sociais da construtora Tecnisa, um dos maiores cases de sucesso de presença digital no Brasil.

Abaixo ele responde algumas perguntas sobre como uma empresa que não é de TI conseguiu virar uma das referências nas redes sociais, inovando seus conceitos e entrando no abrangente mundo do Digital da web 2.0. Roberto Também passa dicas para as empresas que querem ter maior presença online. Confira: 

1- O uso de redes sociais é restrito para empresas de tecnologia, ou qualquer tipo de empresa pode obter bons resultados?
Qualquer tipo de empresa pode ter bons resultados. É claro que para certos produtos as redes sociais são mais fáceis de serem trabalhadas, mas veja nosso caso, somos uma construtora, que vende imóveis com ticket médio de 350 mil reais e somos referência. Ou seja, uma boa estratégia é o que é mais essencial para se obter bons resultados.

2- Como foi o começo da estratégia da Tecnisa em redes sociais?
Na verdade a pergunta deveria ser como as redes sociais entraram na estratégia da Tecnisa, pois temos uma estratégia de presença e venda on-line desde 2001.  Em 2006, criamos nosso blog corporativo e consideramos essa data como nosso marco zero nas redes sociais. De lá pra cá a coisa foi acontecendo orgânicamente e de forma bem natural, criando um canal de cada vez, conforme a necessidade, até que finalmente em 2008 a grande demanda exigiu a criação do cargo de gerente de redes sociais e de uma estratégia mais direcionada e bem definida nesse segmento.
3-Quais foram os principais resultados obtidos com a presença digital da Tecnisa?
Para nós, os principais resultados são as vendas online,  que representam 30% do total de vendas da empresa. Além disso ganhamos grande reconhecimento de marca e somos referencia de atuação on-line não só em nosso segmento mas no mercado de forma geral.
4- Quais as dicas para os empreendedores que querem expandir sua presença em redes sociais?
A principal dica é olhar para dentro da empresa e saber se ela realmente pode se expor dentro das redes sociais.A empresa deve se perguntar:

-  Temos foco no cliente?
-  Vamos resolver o problema do nosso cliente?
-  Vamos interagir?
-  Como vamos reagir às críticas que muitas vezes são duras e pesadas?
-  Vamos conseguir gerar conteúdo relevante?








Essas questões são de extrema importância para que sua empresa entre no mundo digital e complexo das redes sociais. Uma vez aderida, essa prática de troca de informações com seus clientes deve ser constante, não fazendo como algumas empresas que, simplesmente esquecem seus profiles e deixam seus clientes virtuais à mercê.

A seguir, apresentamos um estudo elaborado por uma agência que traça as características dos consumidores no ambiente digital. A pesquisa, batizada de Perfis Digigráficos, foi baseada em questionamentos sobre o quanto e como as pessoas usam recursos tecnológicos nos seu dia a dia e sua influência na construção de suas identidades. Com bases nestes critérios, foram definidos seis perfis de consumidores, os quais apresentamos a seguir:

- Os chamados “imersos” têm sua identidade moldada a partir da tecnologia, usando essas ferramentas para definirem seus interesses e estabelecerem elos de ligação com o mundo;
- Os “ferramentados” utilizam os aparatos tecnológicos para ganhar tempo ao realizarem suas tarefas, mas não idolatram a tecnologia. Não se consideram dependentes da tecnologia;
- Os “fascinados” usam a mesma para parecerem modernos e antenados. Para estes consumidores, computadores e aplicativos são elementos importantes para provar aos outros que estão de olho nos movimentos do mundo digital e acompanham as constantes evoluções tecnológicas;



- Já para os “emparelhados”, a tecnologia tem um aspecto fundamental para colocar em prática seus projetos pessoais. Estas pessoas acreditam que, sem ela, a vida seria extremamente complicada, pois trata-se de um agente potencializador de suas próprias capacidades humanas;
e por fim...
- Os chamados “evoluídos” são as crianças e adolescente que desconhecem o mundo pré-digital e absorvem as mudanças tecnológicas com mais facilidade. Eles já nasceram em meio à tecnologia e não concebem uma visão de mundo sem ela. Também são conhecidos como a "Geração Y ou a mais atual, Z".


Assim, tomando conhecimento destes perfis, as empresas devem monitorar constantemente o ambiente digital, fortalecendo o relacionamento com seus consumidores virtuais e agregando valor à marca por meio de ações de Marketing Digital. 







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