segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Empresas passam a investir mais em Facebook do que em sites

Rede social tem três vezes mais acesso que Google.

Sempre de olho nas oportunidades, as empresas estão migrando os investimentos em marketing dos sites institucionais para o Facebook, a mais importante rede social do momento. Também não é para menos, o relatório divulgado em setembro, pelo Ibope Nielsen Online, informa que o Facebook ultrapassou o Orkut em número de usuários no Brasil, tornando-se, assim, a maior rede social do País.

De acordo com o levantamento, em agosto de 2011, o Facebook tinha 30,9 milhões de usuários no Brasil - o que equivale a 68,2% dos internautas do País. Vale enfatizar que, no segundo trimestre de 2011, 77,8 milhões de brasileiros tinham acesso à internet no Brasil. O que representa um avanço de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A disseminação é tamanha que o endereço do Facebook já é três vezes mais acessado que o do Google. Todo este cenário tem impulsionado o comércio eletrônico, principalmente por intermédio das redes sociais. Com isso, a estimativa é que o comércio social movimente US$ 5 bilhões no mundo, em 2011.

As empresas estão descobrindo todo esse poder e o potencial de relacionamento decorrente das redes sociais. Uma das explicações é que com as redes as empresas podem mapear melhor o perfil do cliente. Isso porque, quando a divulgação das empresas eram apenas os sites institucionais, na maioria das vezes, as pessoas apenas visitavam, liam alguma informação sobre a empresa, os produtos e serviços.




Não havia uma interação e a empresa não tinha um “feed back” direto e contínuo, nem ao menos sabiam quem eram estes visitantes. No Facebook, ao curtir a fanpage, a pessoa já é identificada e pode-se traçar um pequeno perfil de acordo com as fanpages que ela curte. Outra grande vantagem é poder interagir com esse público.

O Facebook passa a ser, indiretamente, uma importante ferramenta de propaganda boca-a-boca. Para exemplificar: uma pessoa vai comprar um carro e pergunta para a rede de amigos a opinião sobre determinada marca. Com certeza, vão aparecer vários comentários, bons ou ruins, que influenciarão na compra, já que são de pessoas conhecidas.

O Orkut não despertou este mesmo interesse das empresas, porque no Facebook é mais fácil de compartilhar e não precisa entrar na página do amigo para saber o que acontece com ele, já aparece tudo, de todos, numa única página. Isso facilita a viralização das informações.








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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Geração Z: os filhos da Tecnologia

"Nascidos em "berço tecnológico", eles acompanham vorazmente o mundo virtual e se tornam consumidores ávidos da tecnologia, despertando o interesse das empresas em todo o mundo."

Seria realmente possível nomear gerações sem colocar na mesma cesta pessoas com realidades sócioeconômicas e histórias de vida completamente diferentes? Talvez não, mas, por outro lado, atualmente é inconcebível analisar o comportamento de um adolescente, independente da época em que ele viveu.

Após a Geração X, composta pelos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial, tivemos a Geração Y, também chamada de Millennials, composta por pessoas nascidas entre os anos 80 e 90. Já os viciados em estarem conectados o tempo todo e com elevado nível de consciência ambiental formam a Geração Z, que tem seus integrantes nascidos entre 1990 e 2009.

A convergência de música, TV, jornal, etc. num único aparelho criou um novo tipo de comportamento, pois o indivíduo tem todas as ferramentas disponíveis em tempo real, mesmo em deslocamento. O nível de informação – e, principalmente, a velocidade com que tudo acontece – permeia essa geração.






São pessoas que não conheceram o planeta sem celular. Foram influenciadas desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas e formado pela ruptura de tempo e espaço típica do século XXI.

Para eles, a globalização não foi algo adquirido à custa de grande esforço. Têm acesso muito fácil à informação, o que os coloca um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos. Porém, o bombardeio de informação coloca o desafio de filtrar o que é bom do que é perda de tempo, e aí fica a grande questão de sempre. Mais importante do que a informação é usá-la com inteligência.

Vivem em um ritmo frenético e fragmentado pelas inúmeras atividades distintas que realizam simultaneamente. Se essa característica, por um lado, pode ser benéfica, por outro, pode gerar pessoas dispersas, com dificuldade para se concentrarem em uma só ocupação. Isso sem falar num mal ainda maior - a ansiedade crônica e até mesmo o stress. Deixe um jovem sem celular e/ou computador por dois dias para ver o que acontece.

No mundo permeado pelos meios digitais, obviamente a Geração Z valoriza muito a comunicação. Assim como foi com a X e Y, eles representam as novas linguagens e comportamentos e já estão influenciando diretamente os hábitos de consumo. A atenção que o mercado deve ter é entender o comportamento multitarefa que eles têm e estudá-los para oferecer o que eles demandam.

Podemos considerá-los como a primeira geração totalmente globalizada, em que as informações pessoais ganham o mundo em segundos.  Outro fator importante é que esses jovens possuem alto poder de compra se comparados às gerações anteriores.

São a cara da nova economia, cheios de ações interdependentes, que dão valor para coisas diferentes, de maneira totalmente nova. Jamais concordarão em pagar por conteúdo, pois a internet os criou desta forma.

Essa consciência coletiva, na verdade, abre uma gama infinita de oportunidades para as marcas, independente do segmento. Somente as marcas que entenderem esse novo consumidor, que realmente forem honestas e verdadeiras com as questões sociais e ambientais, terão sucesso com os Z. E entender esse novo perfil nada mais é do que entender que, mais uma vez, por trás de tecnologias avançadas e novas formas de pensar, estão seres humanos, cheios de aspirações e anseios, vivendo num mundo cada vez mais consumista.




(Fonte de apoio: www.focoemgeracoes.com.br)




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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Facebook é melhor rede para recrutamento

Qual rede social você faz o recrutamento dos seus colaboradores? O laboratório de pesquisa e recrutamento online Potentialpark entrevistou mais de 30.000 estudantes e recém-formados e analisou a presença online de mais de 500 empresas nos EUA, Europa e Ásia, para saber qual rede social as empresas preferem na hora de contratar seus futuros colaboradores. O estudo confirmou o que muita gente já suspeitava: as empresas preferem o Facebook ao LinkedIn.
Enquanto 48% dos entrevistados preferem buscar emprego no LinkedIn, mais de um terço das empresas europeias tem uma página no Facebook especialmente para realizar recrutamentos. Os candidatos preferem o LinkedIn, pois consideram o Facebook muito pessoal e particular. Para eles, não é o ambiente mais próprio para se comunicar com os empregadores.

Já as empresas enxergam grandes vantagens em usar o Facebook para encontrar seus colaboradores. São sete benefícios listados na pesquisa que mostram as vantagens que o Facebook oferece para as empresas:




1. É mais envolvente: no Facebook, os empregadores podem usar a estratégia do “deixe que eles cheguem até a gente” ao criar uma Fan Page para recrutamento e assuntos relacionados à carreira. Os recrutadores perceberam que os assuntos postados nas páginas geram interações mais pessoais nos comentários e discussões sobre o tema. No Linkedin a comunicação está mais para um monólogo onde só a empresa fala e os empregadores tem de fazer uma busca proativa dos comentários dos candidatos.

2. Facebook é onde o público-alvo está: poucos estudantes e recém-formados atualizam ativamente seus perfis no LinkedIn, enquanto eles são bastante ativos no Facebook. Portanto, faz mais sentido se conectar com esse público onde eles naturalmente estão.

3. É grátis: o Facebook permite às empresas usarem gratuitamente ferramentas para fazer upload de fotos, vídeos, depoimentos e vagas em aberto. Essas ações deixam a empresa mais atraente para os candidatos.

4. É a maior rede: o Facebook oferece uma audiência maior, com mais de 800 milhões de usuários ativos em todo o mundo. Tem cerca de 120 milhões de membros a mais que o Linkedin.

5. É mais aberto: o Facebook é gratuito para todos os membros e não requer contas premium para usar determinados recursos. Como resultado, é uma rede mais aberta do que LinkedIn.

6. Botão “Curtir”: com o botão fica mais fácil fazer a integração com o website da empresa.

7. É melhor para a marca: recrutadores afirmaram que usam as redes sociais para fazer networking, rastreamento e recrutamento. No entanto, quando se trata de ações de branding e comunicação com os candidatos – especialmente com estudantes, recém-formados e profissionais em início de carreira – muitas empresas preferem o Facebook.






                                                                                           





                           






(Fonte: Idigo - http://ht.ly/781Zf)       




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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Geração Z é mais conectada, fuma menos e lê pouco

"Geração Z: principal diferença entre as gerações está no uso que fazem da Internet, das redes sociais e da tecnologia".


São Paulo - A Quest Inteligência de Mercado divulgou um estudo que analisa o mercado de diferentes faixas etárias. Foram ouvidas 600 pessoas na capital paulista, com idade entre 14 e 51 anos, para realização do “São Paulo em Foco: Gerações X, Y e Z”.

A pesquisa revela as diferenças e similaridades existentes entre essas três Gerações – X (32 a 51 anos), Y (20 a 31 anos) e Z (12 a 19 anos).


Os resultados mostraram que praticamente 100% dos jovens entre 14 e 19 anos (Geração Z) participam de alguma rede social, 75% usam celulares (16% navegam na Internet por esses aparelhos) e 60% se preocupam com a beleza do corpo e do rosto.

Paralelamente, a faixa etária entre 32 e 51 anos (Geração X) continua com assíduos leitores (55%) e os adultos entre 20 e 31 anos (Geração Y) mantêm o hábito de visitar os amigos (51%) e de consumir refrigerantes (52%). Os jovens da Geração Z, entretanto, leem menos (14% preferem jornais e 23% revistas).

“A principal diferença entre as gerações está no uso que fazem da Internet, das redes sociais e da tecnologia. Isso se reflete em seus hábitos de consumo, comportamento de compra e lazer”, explica Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador da pesquisa.

Segundo ele, a Internet promove grandes mudanças sociais e essas gerações têm sido os principais agentes de mudança, dependendo do seu grau de interação social, isto é, da sua capacidade de influenciar pessoas por meio de suas ações na web.

“São agentes de mudanças os que produzem e compartilham conteúdo na web e nas redes sociais: 61% no total das 3 gerações. Na Geração Z essa proporção se eleva para 79%, na Geração Y, 71%, e na geração X, 48%”, informa Périssé.

Para quem não sabe, o “Z” é a denominação comum daquilo que esses jovens fazem de melhor: zapear, saltando com desenvoltura da TV para o telefone; do videogame para alguma rede social na web; ou do MP4 para o e-book.

Esta controversa geração é consumidora voraz das novidades que o mundo tecnológico tem a oferecer, mudando de atitude tão rápido quanto uma mensagem no Twitter. Com o mundo 2.0 no DNA, é difícil imaginá-los vivendo da mesma forma que as gerações anteriores – sem telefone móvel, Internet, MP3, câmeras digitais ou tevê a cabo.

“Nascida sob os auspícios da estabilidade econômica, em um país com inflação de um dígito e governo democrático, a chamada Geração Z é um fenômeno que encanta e surpreende, pela sua enorme capacidade de assimilar as transformações tecnológicas em curso, neste mundo 2.0”, enfatiza o coordenador da pesquisa.







(Fonte: http://exame.abril.com.br)




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terça-feira, 30 de agosto de 2011

“Os objetivos das empresas brasileiras na gestão de redes sociais”

Cada vez mais as empresas estão buscando se infiltrar no marketing digital e estreitar as relações com seus consumidores pela ascendente web 2.0.

Com essa ação a ferramenta principal de gestão tem sido as redes sociais, ambientes propícios para a prática de marketing digital e fortalecimento do relacionamento empresa x cliente, uma vez que milhões de pessoas aderiram a esses canais de relacionamento e comentam de tudo em seus perfis virtuais.

Sendo assim, já é comum encontrar diversas empresas com seu perfil virtual espalhadas pela web em constante interação com seus clientes.

Porém algumas organizações ainda alegam encontrar empecilhos para ingressar no Marketing Digital e ficam estagnadas na dúvida sobre como proceder diante deles.

Uma pesquisa recente com 156 empresas brasileiras apresentada pela Orbium, empresa especializada em desenvolvimento e comercialização de softwares, revela a disposição das empresas em investir na gestão de seus produtos e marcas através das redes sociais. A pesquisa abrangeu os mais diversos segmentos do mercado, oferecendo um resultado pulverizado e concreto.

Das empresas entrevistadas pela Orbium, 70,4% disseram que têm a intenção de investir em ações nas redes sociais imeditamente, ao passo de que 22,5% têm a intenção de apostar nesse nicho, mas a longo prazo. Apenas 7,1% das empresas consultadas não pretendem se inserir nas mídias sociais.

Ao serem questionadas sobre o monitoramento de suas marcas nas redes sociais, 52,1% consideram muito importante monitorar sua imagem na internet, 43,7% classificam como importante e apenas 4,2% julgam ser irrelevante esse monitoramento.

A seguir, 47,9% das empresas disseram que realizam ou já realizaram campanhas nas redes sociais e 42,3% declararam que nunca fizeram, mas possuem interesse. Novamente uma minoria, 9,8%, responderam que não promoveram ações dessa natureza e que não têm interesse em fazê-lo.

Sobre a possibilidade das redes sociais gerarem insights para as empresas, 53,5% acreditam que elas podem contribuir com o negócio.

Os dados a seguir mostram os benefícios que as redes sociais geram, segundo respostas das empresas pesquisadas:



  • Detectar e resolver problemas de consumidores – 73,2%
  • Analisar como a marca é percebida – 71,8%
  • Acompanhar ações da concorrência (benchmarking) – 54,9%
  • Analisar a repercussão das publicações da imprensa sobre a empresa – 52,1%
  • Conhecer promotores e detratores da marca – 46,5%

Questionadas também sobre os obstáculos para ingressarem nas redes sociais, as empresas responderam:
  • Falta de um processo automatizado como empecilho – 45,1%
  • Falta de verba para investir na área – 32,4%
  • Carência de mão-de-obra especializada para exercer a função – 21,1%
  • Falta de conhecimento sobre o assunto – 15,5%

Curiosamente, 33,8% das empresas alegaram não ter identificado nenhum obstáculo para investirem nas mídias sociais. Esta parte deve-se ao fato de que muitos executivos, estando na cúpula empresarial e ocupando o topo da hierarquia enxergam a organização como um todo (visão sistêmica) e não dividida em partes. Se a percepção vier do nível operacional obviamente os funcionários irão se deparar com inúmeros obstáculos e com a disponibilidade para investimento.








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terça-feira, 2 de agosto de 2011

"Dos baby boomers às gerações X e Y: Engajamento, ousadia e inovação."

O especialista  Ricardo Zeef Berezin, do IDG Now! descreve cada um dos grupos, detalhando anseios e motivações. "A próxima geração não é uma versão mais jovem da sua", alerta.

A palestra do professor Graeme Codrington na InTouch 2011 - evento organizado pela Amdocs, provedora de soluções em software para empresas de telecom - se não foi a mais aplaudida, foi, de longe, a mais bem humorada. Sua apresentação, na semana passada, sobre as gerações Y, X e Baby Boomers, motivou gargalhadas de muitos dos presentes, talvez identificados com as situações que descreveu.

“Vocês são daqueles que só assistem DVDs quando seus filhos estão em casa, por não conseguirem mexer no aparelho? E não é nem uma questão de fazê-lo tocar a mídia, o problema é encontrar o controle remoto correto. E na hora de aprender a usar um smartphone novo, vocês leem o manual? Eles nem vêm mais com manual! Ou vocês o entregam aos jovens para que, 15 minutos depois, eles voltem para explicar direitinho o que fazer?”

Logo no começo da exposição, Condrington exibiu uma cena do filme De Volta Para o Futuro. Primeiro porque o futuro do qual o longa trata não está longe: 2015 – é hora de se perguntar se algumas das projeções foram acertadas. Segundo, porque seu lançamento, em 1985, se deu quatro anos antes de o mundo mudar completamente.

O professor lembra que a partir de 1989, grandes eventos se sucederam em um espaço de oito meses. Junho (5/6) marca o término dos protestos na Praça da Paz na China, logo após o massacre promovido pelo Governo do país. Em novembro, o muro de Berlin é derrubado, dando fim à divisão da cidade alemã em dois lados, capitalista e socialista. Um mês depois, em 25/12, o ditador Nicolae Ceausescu é executado, e a Romênia abandona a URSS. Já em 1990, em fevereiro, Nelson Mandela é libertado na África do Sul, após passar 27 anos preso.

Todos esses acontecimentos foram preponderantes para o desenvolvimento da Geração Y. Se seus predecessores da Geração X conviveram em meio a grandes incógnitas, incertos sobre o que os anos seguintes lhes reservavam, as crianças nascidas no começo da década de 80 já podiam ter uma ideia melhor sobre o caminho que deveriam seguir.

“Família, religião, condição econômica são fatores importantes, mas nada se compara a esses primeiros 15 anos de vida no que se refere à formação de uma pessoa”, esclareceu Codrington.


Baby Boomers

Os Baby Boomers, afirmou o professor, nasceram em uma época de grande otimismo, acreditavam em mudar o mundo e, o que é mais impressionante, ainda acreditam. Não raro, pouco após se aposentarem, voltam à atividade, desta vez como consultores.


“Aquele aforismo, que diz que o único empecilho para que você atinja todos os seus objetivos é você mesmo, vale para essa geração. Eles, no entanto, sabem que não mudaram o mundo. Por isso, acho, ainda estão no mercado”.

Eles têm a visão, eles têm a motivação, eles têm o dinheiro. Precisam, porém, de ideias concretas para colocar tudo em funcionamento. - daí que podem contar com a ajuda da Geração Y. Codrington gosta de resumir o pensamento dos Baby Boomers com a frase que um parente seu costuma dizer:

“Quando eu morrer, o mundo acabará”.






Geração X


As pessoas dessa geração não têm medo, de acordo com Codrington. Seus primeiros anos foram permeados de incertezas e, ao perguntarem aos pais o que estava acontecendo, não conseguiam nenhuma resposta – mesmo porque os mais velhos também não as tinham.
Aprenderam desde cedo que o sistema era na base do cada um por si. Aos 30 anos, já passaram por mais empregos do que seus pais tiveram a vida inteira. Aos 35, metade deles está em um trabalho sem nenhuma relação com a área na qual se formou. O trabalho por sinal não está no topo de suas prioridades. Querem flexibilidade, viagens, diversão, liberdade. É possível que a profissão só apareça em quinto lugar.
Felizmente, quando passam por dificuldades, costumam ter um boomer a quem podem recorrer: ficam um tempo na casa dele – por vezes tempo demais, é verdade – se recompõem, e partem para a próxima aventura. “A Geração X é a geração whatever (tanto faz)”, disse.
“Eles adoram mudanças. Mais do que isso, eles precisam de mudanças. Quando não as têm, eles as criam. E se para vocês isso significa caos, pois bem, eles adoram o caos. E quando não o têm, eles o inventam”.






Geração Y

“O que há com os
jovens de hoje em dia?”, perguntou Codrington. “Se vocês têm filhos, sabem do que estou falando. Mas, garanto-lhes: por mais que pareça, não se trata de uma alteração genética. A profunda confiança que eles sentem, algo próximo da empáfia, é motivada por outro fator. Desde a tenra infância, são os consultores tecnológicos da casa. Eles auxiliam, decidem, ensinam. Vocês aprendem”.
Tal qual a geração anterior, os garotos da Geração Y também não gostam de rotina. Eles aceitam um celular corporativo da empresa, para que possam ser contatados a qualquer momento – em uma sexta-feira à noite, na manhã de domingo – mas querem que essa flexibilidade valha para os dois lados. Pediram uma folga na terça à tarde para assistir ao futebol? Isso não quer dizer que toda terça-feira faltarão ao trabalho. Assim como não trabalharão todo sábado.
Para o especialista também é falsa a constatação de que os membros da Geração Y não se conectam com ninguém. É justamente para isso, diz, que eles sempre carregam o smartphone. Essa geração é a mais conectada de todos os tempos, e o surgimento das redes sociais não foi um acaso – muito menos seu consequente sucesso. Possuem um desejo urgente de fazer parte de um grupo, de se verem incluídos, de se sentirem maiores do que realmente são.
Por isso, alega Codrington, é um contrassenso bloquear portais como Facebook e Twitter nas empresas. São a partir desses sites que os jovens compartilham, cooperam, contribuem, engajam: rendem bem mais com eles do que sem eles. As companhias devem dar um jeito de conectar seus funcionários – para um desempenho melhor – e seus clientes – para deixá-los satisfeitos. Um dispositivo sem acesso à Internet não serve para esse público.







Como atrai-los?

“Os membros da Geração Y não querem apenas subir na empresa. Eles têm outras direções em mente”, afirmou o professor. Estão sempre entre uma coisa e outra – costumamos reduzir essa postura ao conceito de multitarefa. Não anseiam por estabilidade, mas por crescimento.
O crescimento não é necessariamente financeiro. Se eles avistarem uma boa oportunidade na companhia – ou em outra - mesmo que não seja um cargo superior ao que ocupam, não pensarão muito antes de arriscar. Para mantê-los motivados, e presos à empresa, é necessário provê-los com conhecimento, treinamento, aulas – e estas, é lógico, podem ser online.




Mas, principalmente, eles querem saber o porquê de tudo – talvez daí, brinca Codrington, venha o nome da geração, já que “y”, em inglês, se pronuncia why (por que). Na palestra, o especialista fez um desafio aos chefes: expliquem aos seus jovens funcionários os motivos pelos quais eles devem fazer isso, e não aquilo, e por que de determinada maneira, e não de outra, os resultados serão melhores.
“Não pensem que as pessoas da Geração Y são simplesmente versões mais jovens de vocês. Esqueçam o que costumavam ouvir de seus pais – Because I said so (Porque eu disse) – e expliquem suas decisões. Vejam como isso fará a diferença no comportamento dos jovens. Se não fizer, mandem-me uma mensagem”, disse, enquanto mostrava seu e-mail na tela. “Das centenas de apresentações que já fiz, nunca recebi um retorno ressaltando meu engano”.


Oportunidades
Por fim, Codrington comentou as inúmeras oportunidades que os próximos anos reservam. Se os membros da Geração Y desejam tecnologia para assisti-los e conectá-los, os baby boomers não estão atrás, desde que os produtos sejam fáceis de usar – vide o sucesso do iPad entre o público mais maduro.
Os adultos que nasceram pouco após a Segunda Guerra Mundial ainda estão no mercado. Os garotos da década de 80 já estão nele, e se destacam por entender melhor o que é inovador e atraente, e o que não é. A questão, ressalta o especialista, é que três quartos da renda global estão nas mãos dos baby boomers. É chegada a hora de unir as novas ideias de uma geração ao capital de outra.
Codrington já tem em sua cabeça uma contagem regressiva para 2015. Até lá, espera, os problemas que temos visto darão espaço às soluções. A pergunta que faltou ser respondida, no entanto, foi esta: se os baby boomers se unirão à Geração Y na construção do futuro, como ficará a geração whatever?





Fonte: Ricardo Zeef Berezin - http://idgnow.uol.com.br/


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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mídias Sociais e empresas: uma relação de sucesso!

Importantes ferramentas para quem atua em qualquer área relacionada à web atualmente, as mídias sociais têm sido cruciais para as empresas e todo seu processo de divulgação de marcas e produtos. Prova de todo esse processo são as grandes mídias existentes como o Twitter, o Orkut e o Facebook.

Embora cada empresa faça sua estratégia em mídias sociais como bem entende, sabemos que nossa área exige uma alta capacidade de planejamento e organização e com as mídias sociais não poderia ser diferente. Pensando nisso, disponibilizamos quatro dicas essenciais para estabelecer uma forte relação entre as mídias sociais e sua empresa.








1 - Atinja seu Público-Alvo

Como todos sabem, as mídias sociais estão repletas de grupos de pessoas interligadas. Isso já facilita e muito encontrar pessoas que possuam possível interesse em seu produto.
O desafio atual é o de encontrar essas pessoas. Afinal, cada mídia social funciona de uma maneira.
  • O Twitter disponibiliza o Search Twitter. Uma espécie de Search Engine do Twitter, ele acompanha os tweets mais recentes relacionados a uma determinada palavra ou usuário. Isso possibilita uma área muito grande de atuação, pois, além de monitorar o que falam recentemente de seu produto, ainda traz a possibilidade de se acompanhar certos perfis de usuários que de algum modo estão relacionados à sua campanha de divulgação.
  • O Orkut e o Facebook disponibilizam vários fóruns (também conhecidos como comunidades) sobre assuntos diversos. Criar uma conta de sua empresa nestas mídias e criar fóruns sobre seu produto pode atrair diversos usuários e suas opiniões até o seu conhecimento.
Manter uma constante monitoração de quem se associa e o que falam sobre seu produto e trabalhar em cima destas opiniões e usuários é fundamental para seu sucesso.

2 - Monitorando suas mídias

Manter-se informado sobre o que dizem de seu produto, e, se possível, responder a todos os elogios, críticas e opiniões já é uma ótima maneira de monitorar os usuários. Porém, existem algumas ferramentas que facilitarão essa monitoração:
  • Mais uma vez, você pode usar o Search do Twitter para manter o olho em todas as conversações em curso no mundo do Twitter que se relacionam com o seu produto.
  • Para o monitoramento geral de sites, notícias e blogs use o Google Alerts para o seu produto. Ele monitora as principais palavras-chaves relacionadas, acompanhando seus desempenhos.
  • Para acompanhar especificamente o que dizem os blogueiros, você pode usar o Technorati ou Google Blog Search. Ambos podem ajudá-lo a monitorar o que os eles estão dizendo sobre seu produto.
  • Uma ferramenta interessante para se fazer essa monitoração em mídias sociais é o Trackur. Uma ferramenta que permite a monitoração de tudo o que dizem sobre seu produto na web, de modo simples e rápido. Apesar de ser um serviço pago, o retorno deste investimento, dependendo de sua estratégia, pode ser muito positivo para sua empresa.
Essa monitoração é muito importante, principalmente quando ocorrem críticas sobre o seu produto. Saber controlar, reparar e responder essas críticas a tempo é importante para evitar prejuízos maiores. Utilize as mídias sociais com inteligência, a exemplo da Dell, Starbucks e Comcast, que utilizam o Twitter como veículo de promoção de seus produtos e de atendimento aos seus clientes.

3 - Saiba Utilizar bem as Promoções

Promoções em mídias sociais podem se tornar um grande hype se passadas aos contatos corretos. Saber por onde começar a divulgar suas promoções é o caminho. Não se esqueça de que se o usuário simpatiza com seu produto, não será problema para ele divulgá-lo.

Como exemplo básico disso, temos a função RT do Twitter. Envie uma mensagem sobre determinada promoção e faça a análise. A maioria de seus seguidores enviará um RT sobre o que foi dito sobre o seu produto.

Logicamente, uma promoção bem estruturada e criativa chamará mais atenção de seu seguidor, o que facilitará a propagação da mesma através da rede.

4 - SEO

Fator que não pode ser deixado de lado, o SEO tem grande relação com as mídias sociais. Afinal, as mesmas são grandes fornecedoras de tráfego. Claramente, nem sempre irão gerar o tipo de tráfego que irá converter em vendas, mas farão aumentar a agitação, reconhecimento e autoridade para o seu site. Podemos citar vários fatores:
  • Possibilitam atrair um público alvo, que frequenta um outro site mais relevante e visível, atraindo então, visitas de qualidade e altamente relacionadas ao conteúdo disponibilizado;
  • Permitem a ampliação de seu conteúdo ao analisar o comportamento do seu público alvo. Leva ao aperfeiçoamento de seu produto, atraindo cada vez mais tráfego de qualidade e logicamente bons links apontando para seu site;
  • Promove o fornecimento de conteúdo diferenciado e relevante para determinados grupos de pessoas, não sendo necessariamente um conteúdo relacionado ao qual você trabalha;
  • A construção e o reconhecimento trabalhados na marca e conteúdo criam links naturais, autoridade e credibilidade para seu site em qualquer assunto relacionado a seu produto.
As Mídias Sociais também são ótimas maneiras para se obter links para o seu site. Como uma página é promovida por várias pessoas, redes diferentes estarão ligadas à ela. Estas ligações incluem tweets, comunidades do Orkut e até links em blogs. Todas estas ligações podem ajudar a melhorar a autoridade do seu site e elevar a classificação nos resultados de pesquisa

Conclusão

Independentemente de como é feita sua estratégia de marketing nas mídias sociais, cada empresa tem grandes possibilidades para aproveitar nestas ferramentas. E a melhor forma de começar essa estratégia é seguindo alguns passos:
  • Tenha um blog em seu site. É através dele que o conteúdo será gerado e consequentemente divulgado nas mídias sociais, gerando assim uma maior interação entre seus clientes;
  • Possuir uma conta no Twitter vai lhe dar um lugar para interagir com seu público e também promover os artigos do seu blog e de outras fontes que você achar interessante. É importante, porém, que não divulgue apenas seu conteúdo. Mostre que você faz parte da comunidade;
  • Criar uma página de fãs no Facebook, principalmente se você trabalha com vendas internacionais. O Facebook não tem muita força no Brasil, porém, nos EUA é a rede mais acessada;
  • Utilizar páginas de perfil em mídias como StumbleUpon, Digg e Delicious lhe dará um lugar para criar links para seu conteúdo. Certifique-se também de criar links para seu site em seu perfil.
Esses são alguns passos básicos a se seguir, porém, não é só. As mídias sociais são um vasto campo para os usuários trabalharem suas marcas. Não se prenda ao básico.

Analise, estude e veja qual o melhor caminho para o seu sucesso. Aproveite tudo o que essa importante relação tem a oferecer.


Fonte: http://www.mestreseo.com.br



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