quarta-feira, 21 de março de 2012

O case de sucesso da Tecnisa e os 5 perfis de consumidores digitais

Cases de sucesso têm sido verdadeiros exemplos de como algumas estratégias empregadas pelas empresas podem dar certo e fazem valer a pena o esforço dispendido na prática.  



Roberto Aloureiro, ex-gerente de redes sociais da construtora Tecnisa, um dos maiores cases de sucesso de presença digital no Brasil.

Abaixo ele responde algumas perguntas sobre como uma empresa que não é de TI conseguiu virar uma das referências nas redes sociais, inovando seus conceitos e entrando no abrangente mundo do Digital da web 2.0. Roberto Também passa dicas para as empresas que querem ter maior presença online. Confira: 

1- O uso de redes sociais é restrito para empresas de tecnologia, ou qualquer tipo de empresa pode obter bons resultados?
Qualquer tipo de empresa pode ter bons resultados. É claro que para certos produtos as redes sociais são mais fáceis de serem trabalhadas, mas veja nosso caso, somos uma construtora, que vende imóveis com ticket médio de 350 mil reais e somos referência. Ou seja, uma boa estratégia é o que é mais essencial para se obter bons resultados.

2- Como foi o começo da estratégia da Tecnisa em redes sociais?
Na verdade a pergunta deveria ser como as redes sociais entraram na estratégia da Tecnisa, pois temos uma estratégia de presença e venda on-line desde 2001.  Em 2006, criamos nosso blog corporativo e consideramos essa data como nosso marco zero nas redes sociais. De lá pra cá a coisa foi acontecendo orgânicamente e de forma bem natural, criando um canal de cada vez, conforme a necessidade, até que finalmente em 2008 a grande demanda exigiu a criação do cargo de gerente de redes sociais e de uma estratégia mais direcionada e bem definida nesse segmento.
3-Quais foram os principais resultados obtidos com a presença digital da Tecnisa?
Para nós, os principais resultados são as vendas online,  que representam 30% do total de vendas da empresa. Além disso ganhamos grande reconhecimento de marca e somos referencia de atuação on-line não só em nosso segmento mas no mercado de forma geral.
4- Quais as dicas para os empreendedores que querem expandir sua presença em redes sociais?
A principal dica é olhar para dentro da empresa e saber se ela realmente pode se expor dentro das redes sociais.A empresa deve se perguntar:

-  Temos foco no cliente?
-  Vamos resolver o problema do nosso cliente?
-  Vamos interagir?
-  Como vamos reagir às críticas que muitas vezes são duras e pesadas?
-  Vamos conseguir gerar conteúdo relevante?








Essas questões são de extrema importância para que sua empresa entre no mundo digital e complexo das redes sociais. Uma vez aderida, essa prática de troca de informações com seus clientes deve ser constante, não fazendo como algumas empresas que, simplesmente esquecem seus profiles e deixam seus clientes virtuais à mercê.

A seguir, apresentamos um estudo elaborado por uma agência que traça as características dos consumidores no ambiente digital. A pesquisa, batizada de Perfis Digigráficos, foi baseada em questionamentos sobre o quanto e como as pessoas usam recursos tecnológicos nos seu dia a dia e sua influência na construção de suas identidades. Com bases nestes critérios, foram definidos seis perfis de consumidores, os quais apresentamos a seguir:

- Os chamados “imersos” têm sua identidade moldada a partir da tecnologia, usando essas ferramentas para definirem seus interesses e estabelecerem elos de ligação com o mundo;
- Os “ferramentados” utilizam os aparatos tecnológicos para ganhar tempo ao realizarem suas tarefas, mas não idolatram a tecnologia. Não se consideram dependentes da tecnologia;
- Os “fascinados” usam a mesma para parecerem modernos e antenados. Para estes consumidores, computadores e aplicativos são elementos importantes para provar aos outros que estão de olho nos movimentos do mundo digital e acompanham as constantes evoluções tecnológicas;



- Já para os “emparelhados”, a tecnologia tem um aspecto fundamental para colocar em prática seus projetos pessoais. Estas pessoas acreditam que, sem ela, a vida seria extremamente complicada, pois trata-se de um agente potencializador de suas próprias capacidades humanas;
e por fim...
- Os chamados “evoluídos” são as crianças e adolescente que desconhecem o mundo pré-digital e absorvem as mudanças tecnológicas com mais facilidade. Eles já nasceram em meio à tecnologia e não concebem uma visão de mundo sem ela. Também são conhecidos como a "Geração Y ou a mais atual, Z".


Assim, tomando conhecimento destes perfis, as empresas devem monitorar constantemente o ambiente digital, fortalecendo o relacionamento com seus consumidores virtuais e agregando valor à marca por meio de ações de Marketing Digital. 







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sexta-feira, 9 de março de 2012

10 regras de Marketing nas mídias sociais


A influência da Internet no dia-a-dia das pessoas é cada vez maior. A web 2.0, como é chamada atualmente, dita tendências e preferências para o público, especialmente o jovem. Inseridos numa gama cada vez maior de informações, os jovens internautas assumiram o controle das populares redes sociais. Esse fato vem despertando cada vez mais uma nova consciência de Marketing nas empresas brasileiras.
O marketing nas mídias sociais fica cada vez mais evidente nas atividades dos internautas. Para as empresas é uma mudança de rumo e para os profissionais do marketing digital, um novo enfoque para campanhas que podem ser altamente lucrativas.


Apresentamos abaixo dez leis do marketing para mídias sociais, sugeridas pela presidente da Creative KeySplash Inc, Susan Gunelius.

1. A Lei do Foco

Especializar-se é muito melhor do que ser “pau para toda a obra". Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas e sem perceber perde o foco com o público.



2. A Lei de Escutar

O sucesso na social media e marketing de conteúdo depende muito mais do ouvir do que do falar. Leia o conteúdo divulgado pelo seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Uma pesquisa de focus group virtual pode ser bem-vinda. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

3. A Lei da Qualidade

A qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4. A Lei da Paciência
Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precise comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados. É preciso ter paciência dentro das mídias sociais, e assim ir construindo uma relação dinâmica de interação com seu público-alvo, otimizando as experiências e as trocas de informações.

5. A Lei da Composição

Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim, seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas.

6. A Lei do Valor

Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir e interagir com sua empresa. É preciso adicionar valor à conversa. Concentre-se menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente, aumentando a experiência de seus internautas e desenvolvendo relacionamentos com pessoas influentes. Contratar uma empresa focada em Administração e manutenção de redes sociais e marketing digital é uma boa pedida, já que elas contam com profissionais adequados que compreendem o ambiente das redes sociais e detém as ferramentas necessárias para otimizar a imagem de sua empresa.

7. A Lei da Influência

Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

8. A Lei de Reconhecimento

Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso, você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais. Sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a sua empresa.

9. A Lei da Reciprocidade

Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre sua empresa se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros internautas.

10. A Lei de Acessibilidade

Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar de conversas ativamente. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo. É preciso estar conectado às redes sociais diariamente.



Assim, o desenvolvimento de uma boa relação com o público-alvo nas mídias sociais só tem a contribuir para com a sua empresa, aumentando a popularidade virtual do seu negócio e trazendo feedbacks positivos.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Marketing Digital: tendências para 2012

2012 promete muito em termos de marketing online e as tendências deste tipo de marketing  já podem ser apontadas. O Brasil passa por um momento muito interessante nesta área, com cada vez mais empresas buscando uma posição de destaque na Internet. A expansão da base de computadores nos lares brasileiros e mais recentemente o crescimento dos acessos através de dispositivos móveis coloca o marketing online como uma imposição para empresas de todos os tamanhos. 


Cada vez mais os pequenos empresários iniciam sua participação no marketing online, e isso certamente será uma das tendências para 2012. Por isso, é cada vez mais importante ficar atento para as tendências para não perder o trem do marketing e a chance de alavancar a imagem e as vendas da sua empresa.





Com base no atual ambiente corporativo do Brasil e do exterior, o blog do e-commerce preparou uma lista com as principais tendências do Marketing Digital em 2012 no Brasil. Confira:


- SEO cada vez mais refinado


Com o aumento dos custos de links patrocinados as técnicas de SEO deverão estar mais em evidência do que nunca. Ao mesmo tempo, o Google busca cada vez mais sofisticar seu algoritmo em busca de respostas cada vez mais relevantes e atuais. A última mudança no algoritmo do Google busca exatamente isso. Em função disso, a tendência do marketing de busca em 2012 é ficar cada vez mais sofisticado com os profissionais lutando não só para conquistar boas posições nas páginas de respostas dos buscadores mas também para manter os posicionamentos já conquistados.



- Aumento do custo de links patrocinados

Cada vez mais empresas buscam no marketing digital um novo canal para a divulgação de seus produtos e serviços. Com isso, a tendência para 2012 é que o custo de links patrocinados volte a apresentar uma alta em relação a 2012, já que o espaço continua o mesmo, mas cada vez mais anunciantes buscam anunciar neste canal. Essa tendência deve ser ainda mais sensível tendo em vista que muitas empresas não dominam as técnicas de utilização do AdWords e por isso forçam uma alta desnecessária dos preços por palavra-chave. O Google agradece.

- Pequenas e médias empresas adotarão definitivamente o marketing digital

Que o marketing na Internet já era uma tendência ninguém duvidava, o problema é que muitas empresas parecem ter ignorado isso e agora estão tendo de correr atrás do tempo perdido. A presença de pequenos e médios empresários em cursos sobre marketing digital é cada vez maior, disputando espaço com estudantes de marketing e publicidade que sempre foram a grande maioria nesse tipo de treinamento. A tendência é que em 2012 as pequenas empresas se rendam finalmente à mídia digital, o que deve provocar um sensível aumento da demanda por este tipo de serviço e profissionais do setor.

- Presença virtual com mais engajamento nas mídias sociais
No rastro da revolução das mídias sociais as empresas deverão buscar cada vez mais engajamento em suas ações online. As ações de reforço de marca deverão ter uma estrutura que permita um engajamento maior do público, criando uma relação de confiança entre a empresa e seu público-alvo. A tendência para o marketing nas mídias sociais em 2012 é uma busca cada vez maior por parte das empresas por um lugar de destaque em mídias simpáticas aos brasileiros, como Facebook, Twitter e ainda o Orkut.

- Social Media Optimization

O marketing nas redes sociais dependerá cada vez mais de conteúdo relevante e esse parece ser o maior problema para as empresas no Brasil. O marketing passivo nas redes sociais não surte mais efeito e a tendência é que o público fique cada vez mais exigente. A tendência é que o SMO venha a ganhar um status próximo ao que o SEO possui atualmente no marketing de busca. As próprias ferramentas de busca já estão utilizando o critério de relevância para ponderar as menções nas redes sociais.

- Mobile Marketing em alta

Seguindo uma tendência forte no mundo inteiro, a tendência é que o marketing digital no Brasil em 2012 volte-se para o mobile marketing para atingir um público cada vez mais conectado através de dispositivos móveis como smartphones e tablets. As pesquisas apontaram para uma venda recorde de smatphones no Natal de 2011, criando um novo público-alvo a ser atingido. Já a redução dos preços dos tablets neste ano deverá deixar o mercado ainda maior.

- Geolocalização
As campanhas de marketing digital baseadas em princípios de geolocalização deverão se tornar cada vez mais comuns no Brasil em função, principalmente, da expansão da base de dispositivos móveis. As empresas poderão solicitar a seus clientes autorização para o envio de mensagens quando estes estiveram dentro da sua área de atuação entre outras estratégias já bem populares lá fora e que deverão passar a serem vistas por aqui também. O sucesso do Foursquare por aqui já tem instigado a curiosidade de algumas empresas neste tipo de campanha.


E você? Deixe sua opinião sobre o que acha que deverão ser tendências do marketing online em 2012.

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A ascensão das redes sociais como oportunidade para as empresas


Nunca tem se falado tanto de redes sociais como atualmente no Brasil. Cada vez mais populares entre os brasileiros, redes como o Facebook e Twitter, por exemplo, vêm adquirindo cada vez mais adeptos.

É só buscar por uma pessoa conhecida no Google e as chances de encontrar seu perfil no Facebook ou Twitter são bem significativas. Isso também vale para as pessoas na rua (preponderantemente adolescentes), onde é possível observá-las conectadas com seus smartphones às redes sociais.

Mudanças culturais como estas têm sido impulsionadas pela crescente e constante inovação tecnológica que estamos passando de tempos em tempos, especialmente depois da difusão da web 2.0., que surgiu em 2004, gerando um novo conceito à World Wide Web.




Com isso, a ascensão das redes sociais parece não ter fim, e muitas empresas vêm se aproveitando da oportunidade para entrar nesse meio e praticar o chamado “marketing digital”, ou “social-commerce”.

Segundo uma pesquisa divulgada recentemente pela ComScore, o Facebook se consagrou em 2011 como a rede social mais visitada na internet brasileira, com cerca de 36 milhões de visitantes, contra 34,4 milhões do Orkut. Isso representa uma alta de 298%, deixando o Brasil na posição de líder em crescimento no Facebook.

Diante destas informações surge uma questão: o que sua empresa está fazendo para conquistar mais consumidores, levando em consideração o sucesso das redes sociais entre o público jovem?

Muitas organizações já entraram de cabeça nas mídias sociais e estão alcançando cada vez mais clientes. Pelas redes é possível fazer promoções de produtos e serviços, sorteios, atendimento ao cliente, exposição de produtos e propagandas, usando imagens e vídeos (conteúdo multimídia).

Investir em um perfil do Facebook ou Twitter é inovar a imagem da sua empresa, é estar em contato com milhões de jovens da chamada “geração Y”, dispostos a consumir mais e a pesquisar pelas redes sociais antes de comprar.

E como toda organização deve renovar suas estratégias de marketing, é preciso inovar e seguir o macro ambiente, a fim de que a empresa não fique estagnada com padrões antigos de atuação junto ao mercado.






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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Os erros das empresas no Facebook


Depois que descobriram o Facebook, as empresas têm elaborado ações diversas para conquistar fãs e seguidores. Promoções, ingressos para shows e oferta de produtos gratuitos entram no pacote - tudo para fazer o consumidor se associar à marca. Mas será esta a melhor maneira de conquistar clientes? “Muitas empresas oferecem prêmios para ganhar fãs e depois os perdem. É preciso ganhar fãs verdadeiros, que se engajem com a sua empresa”, diz Dennis Yu, CEO da BlitzLocal, agência de marketing norte-americana.

Especialista em marketing para Facebook e conselheiro da Comissão de Comércio Federal (Federal Trade Commission) sobre privacidade nas redes sociais, Yu afirma que muitos fãs nem sempre é sinal de sucesso, pois a grande quantidade pode limitar o entrosamento, aspecto mais importante da rede social. “Se as empresas souberem como interagir com a audiência, elas terão oportunidade de conquistar milhões de consumidores potenciais”.

Quando comparadas às norte-americanas, as empresas brasileiras ainda estão caminhando a passos lentos em relação ao número de fãs, entrosamento, tráfego e receita, segundo o especialista. A solução para reverter esse quadro não é única para todas as companhias. Depende da empresa, do tipo de fã e dos objetivos.

Na falta de uma fórmula pronta de sucesso, saber o que não fazer já é um caminho. Por isso pedimos ao especialista que elencasse os principais erros cometidos pelas corporações na rede social mais famosa do mundo. Confira:

1) Não permitir que fãs postem na sua página: Se sua empresa quer entrosamento, precisa saber o que os clientes têm a dizer.

2) Não criar uma aba customizada: É possível criar e mudar completamente a aba lateral da fan page. Isso é interessante para as empresas, pois dá à página uma identidade única e mais compatível com a marca, de forma personalizada.

3) Não colocar a página do Facebook no seu site: E o contrário também. O seu site e a rede social precisam estar sempre conectados, de forma integrada.

4) Não reservar o melhor nome para o seu perfil do Facebook: Seja curto e objetivo para que o usuário lembre com mais facilidade dele.

5) Achar que os anúncios do Facebook são iguais aos de buscadores como o Google: O universo da rede social é a conexão entre amigos e interesses em comum, não o de pessoas que procuram por palavras-chaves porque estão interessadas em comprar algo. 

6) Não responder comentários de forma adequada: Na rede social, é preciso ter a mesma seriedade que você teria se fosse responder a um e-mail ou atender a uma ligação no call center. Contudo, é preciso se adaptar aos diversos tipos de público e manter uma interação apropriada para cada um, como por exemplo, os jovens.






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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Redes sociais dão poder ao consumidor

O publicitário Magerson da Cunha Bilibio, diretor da Feed Consultoria, especialista em conteúdo digital e webwriting por convicção, tem um conselho para empreendedores que duvidam da eficácia das redes sociais: “Perguntar se deve estar nas redes sociais já não faz mais sentido; é preciso saber como estar”. Defendendo essa ideia, ele apresentou a palestra Mídias Digitais, no Fórum Sebrae do Conhecimento, em Brasília (DF).

Magerson fez uma análise do processo da informação desde o século XIX, quando surgiram os primeiros veículos de massa. Até então, explicou, a informação era restrita aos centros acadêmicos e aos alfabetizados, mas se expandiu com o surgimento do rádio na década de 20, da televisão, nos anos 50, e com a transmissão ao vivo, já na década de 70.

Contudo, o publicitário ressaltou que a popularização da internet mudou esse cenário, no início dos anos 90. “Foi a partir daí que passamos a ter acesso a um grande volume de informação e a interagir com a notícia”, observou. Magerson apresentou um estudo de uma universidade norte-americana que mostra que, em 1986, os cidadãos americanos tinham acesso ao equivalente a um jornal de 40 páginas de informação por dia. Em 2007, esse número saltou para 174 jornais.

“A exposição a uma grande quantidade de informações, porém, acabou por moldar um novo usuário de internet, que não aceita mais a passividade e torna-se protagonista das ações”, argumentou. Para o publicitário, na internet vale mais a inteligência coletiva, disseminada nas redes sociais, do que anúncios publicitários. “As empresas precisam estar atentas para o poder do consumidor”, advertiu o publicitário, respaldando-se em pesquisa do Instituto Ibope, que mostrou que 90% dos consumidores afirmam confiar nas redes sociais.

Magerson citou também um estudo da Cisco, líder mundial em soluções de rede, sobre o que os jovens procuram no mercado de trabalho. Dois terços deles preferem trabalhar em empresas que permitem acesso às redes sociais, um terço prefere usar o próprio equipamento (celular, netbook), e sete entre dez jovens preferem trabalhar remotamente, em casa, por exemplo. “Estamos diante de uma nova realidade, que muda a cada dia”, explicou.

Partindo desses princípios, Magerson vislumbra as redes sociais como um canal direto entre a empresa e o consumidor. Sobre o que fazer no ambiente digital, ele apontou três pontos fundamentais: atendimento, relacionamento e monitoramento. E concluiu: “Não adianta ter tecnologia sem conteúdo relevante”.





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