sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A ascensão das redes sociais como oportunidade para as empresas


Nunca tem se falado tanto de redes sociais como atualmente no Brasil. Cada vez mais populares entre os brasileiros, redes como o Facebook e Twitter, por exemplo, vêm adquirindo cada vez mais adeptos.

É só buscar por uma pessoa conhecida no Google e as chances de encontrar seu perfil no Facebook ou Twitter são bem significativas. Isso também vale para as pessoas na rua (preponderantemente adolescentes), onde é possível observá-las conectadas com seus smartphones às redes sociais.

Mudanças culturais como estas têm sido impulsionadas pela crescente e constante inovação tecnológica que estamos passando de tempos em tempos, especialmente depois da difusão da web 2.0., que surgiu em 2004, gerando um novo conceito à World Wide Web.




Com isso, a ascensão das redes sociais parece não ter fim, e muitas empresas vêm se aproveitando da oportunidade para entrar nesse meio e praticar o chamado “marketing digital”, ou “social-commerce”.

Segundo uma pesquisa divulgada recentemente pela ComScore, o Facebook se consagrou em 2011 como a rede social mais visitada na internet brasileira, com cerca de 36 milhões de visitantes, contra 34,4 milhões do Orkut. Isso representa uma alta de 298%, deixando o Brasil na posição de líder em crescimento no Facebook.

Diante destas informações surge uma questão: o que sua empresa está fazendo para conquistar mais consumidores, levando em consideração o sucesso das redes sociais entre o público jovem?

Muitas organizações já entraram de cabeça nas mídias sociais e estão alcançando cada vez mais clientes. Pelas redes é possível fazer promoções de produtos e serviços, sorteios, atendimento ao cliente, exposição de produtos e propagandas, usando imagens e vídeos (conteúdo multimídia).

Investir em um perfil do Facebook ou Twitter é inovar a imagem da sua empresa, é estar em contato com milhões de jovens da chamada “geração Y”, dispostos a consumir mais e a pesquisar pelas redes sociais antes de comprar.

E como toda organização deve renovar suas estratégias de marketing, é preciso inovar e seguir o macro ambiente, a fim de que a empresa não fique estagnada com padrões antigos de atuação junto ao mercado.






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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Os erros das empresas no Facebook


Depois que descobriram o Facebook, as empresas têm elaborado ações diversas para conquistar fãs e seguidores. Promoções, ingressos para shows e oferta de produtos gratuitos entram no pacote - tudo para fazer o consumidor se associar à marca. Mas será esta a melhor maneira de conquistar clientes? “Muitas empresas oferecem prêmios para ganhar fãs e depois os perdem. É preciso ganhar fãs verdadeiros, que se engajem com a sua empresa”, diz Dennis Yu, CEO da BlitzLocal, agência de marketing norte-americana.

Especialista em marketing para Facebook e conselheiro da Comissão de Comércio Federal (Federal Trade Commission) sobre privacidade nas redes sociais, Yu afirma que muitos fãs nem sempre é sinal de sucesso, pois a grande quantidade pode limitar o entrosamento, aspecto mais importante da rede social. “Se as empresas souberem como interagir com a audiência, elas terão oportunidade de conquistar milhões de consumidores potenciais”.

Quando comparadas às norte-americanas, as empresas brasileiras ainda estão caminhando a passos lentos em relação ao número de fãs, entrosamento, tráfego e receita, segundo o especialista. A solução para reverter esse quadro não é única para todas as companhias. Depende da empresa, do tipo de fã e dos objetivos.

Na falta de uma fórmula pronta de sucesso, saber o que não fazer já é um caminho. Por isso pedimos ao especialista que elencasse os principais erros cometidos pelas corporações na rede social mais famosa do mundo. Confira:

1) Não permitir que fãs postem na sua página: Se sua empresa quer entrosamento, precisa saber o que os clientes têm a dizer.

2) Não criar uma aba customizada: É possível criar e mudar completamente a aba lateral da fan page. Isso é interessante para as empresas, pois dá à página uma identidade única e mais compatível com a marca, de forma personalizada.

3) Não colocar a página do Facebook no seu site: E o contrário também. O seu site e a rede social precisam estar sempre conectados, de forma integrada.

4) Não reservar o melhor nome para o seu perfil do Facebook: Seja curto e objetivo para que o usuário lembre com mais facilidade dele.

5) Achar que os anúncios do Facebook são iguais aos de buscadores como o Google: O universo da rede social é a conexão entre amigos e interesses em comum, não o de pessoas que procuram por palavras-chaves porque estão interessadas em comprar algo. 

6) Não responder comentários de forma adequada: Na rede social, é preciso ter a mesma seriedade que você teria se fosse responder a um e-mail ou atender a uma ligação no call center. Contudo, é preciso se adaptar aos diversos tipos de público e manter uma interação apropriada para cada um, como por exemplo, os jovens.






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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Redes sociais dão poder ao consumidor

O publicitário Magerson da Cunha Bilibio, diretor da Feed Consultoria, especialista em conteúdo digital e webwriting por convicção, tem um conselho para empreendedores que duvidam da eficácia das redes sociais: “Perguntar se deve estar nas redes sociais já não faz mais sentido; é preciso saber como estar”. Defendendo essa ideia, ele apresentou a palestra Mídias Digitais, no Fórum Sebrae do Conhecimento, em Brasília (DF).

Magerson fez uma análise do processo da informação desde o século XIX, quando surgiram os primeiros veículos de massa. Até então, explicou, a informação era restrita aos centros acadêmicos e aos alfabetizados, mas se expandiu com o surgimento do rádio na década de 20, da televisão, nos anos 50, e com a transmissão ao vivo, já na década de 70.

Contudo, o publicitário ressaltou que a popularização da internet mudou esse cenário, no início dos anos 90. “Foi a partir daí que passamos a ter acesso a um grande volume de informação e a interagir com a notícia”, observou. Magerson apresentou um estudo de uma universidade norte-americana que mostra que, em 1986, os cidadãos americanos tinham acesso ao equivalente a um jornal de 40 páginas de informação por dia. Em 2007, esse número saltou para 174 jornais.

“A exposição a uma grande quantidade de informações, porém, acabou por moldar um novo usuário de internet, que não aceita mais a passividade e torna-se protagonista das ações”, argumentou. Para o publicitário, na internet vale mais a inteligência coletiva, disseminada nas redes sociais, do que anúncios publicitários. “As empresas precisam estar atentas para o poder do consumidor”, advertiu o publicitário, respaldando-se em pesquisa do Instituto Ibope, que mostrou que 90% dos consumidores afirmam confiar nas redes sociais.

Magerson citou também um estudo da Cisco, líder mundial em soluções de rede, sobre o que os jovens procuram no mercado de trabalho. Dois terços deles preferem trabalhar em empresas que permitem acesso às redes sociais, um terço prefere usar o próprio equipamento (celular, netbook), e sete entre dez jovens preferem trabalhar remotamente, em casa, por exemplo. “Estamos diante de uma nova realidade, que muda a cada dia”, explicou.

Partindo desses princípios, Magerson vislumbra as redes sociais como um canal direto entre a empresa e o consumidor. Sobre o que fazer no ambiente digital, ele apontou três pontos fundamentais: atendimento, relacionamento e monitoramento. E concluiu: “Não adianta ter tecnologia sem conteúdo relevante”.





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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A ascendente Geração Z


"Características e perspectivas de uma juventude que conhece a internet desde a infância".

Há certa resistência entre alguns estudiosos em usar termos muito fechados para definir povos, regiões ou gerações. Argumentam que definições simplificam os problemas e que toda simplificação tende a superficializar o debate. Outra corrente defende que, ainda que possam simplificar o debate, as definições têm o mérito de orientar as discussões. Fiquemos com a segunda opção.

Até pouco tempo atrás, livros e filmes ainda falavam da Geração X, aquela que substituiu os yuppies dos anos 80. Essa turma preferia o bermudão e a camisa de flanela à gravata colorida e ao relógio Rolex, ícones de seus antecessores. Isso foi no início dos anos 90. Recentemente, o mercado publicitário saudou a maioridade da Geração Y, formada pelos jovens nascidos do meio para o fim da década de 70, que assistiram à revolução tecnológica. Ao contrário de seus antecessores slackers – algo como "largadões", em inglês –, os adolescentes da metade dos anos 90 eram consumistas. Mas não de roupas, e sim de traquitanas eletrônicas. Agora, começa-se a falar na Geração Z, que engloba os nascidos em meados da década de 80.

A grande nuance dessa geração é zapear. Daí o Z. Em comum, essa juventude muda de um canal para outro na televisão. Vai da internet para o telefone, do telefone para o vídeo e retorna novamente à internet. Também troca de uma visão de mundo para outra, na vida.






Garotas e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o planeta sem computador, chats, telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados que os da Geração Y com chips e joysticks. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre.





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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

7 razões para ter o Facebook de sua empresa


“Só no último ano, a pesquisa da comScore mostra que o engajamento dos usuários das redes sociais aumentou em 88%”

As redes sociais, quando usadas com sabedoria, ampliam a exposição das marcas, facilitam a relação com o consumidor e convertem a interação em dinheiro.
Hoje, qualquer empresa está sujeita a receber elogios e críticas sobre seus produtos e serviços. Manter a marca fora das redes pode piorar esta situação.
Gustavo Fortes, sócio fundador da agência Espalhe, diz que as empresas devem criar páginas nas redes sociais porque as pessoas estão se relacionando por meio delas e as companhias tem que estar onde os consumidores estão. Só no último ano, a pesquisa da comScore mostra que o engajamento dos usuários das redes sociais aumentou em 88%, o que contribui para o fortalecimento da relação com as marcas online.



Aqui vão 7 razões para que você invista no Facebook da sua empresa:

1- Melhor que um site
Segundo Fortes, ter um site não é suficiente porque ele é lembrado como um classificado com dados estáticos e as pessoas não procuram isso, elas querem interação. Além disso, as páginas precisam de divulgação constante para atrair os usuários, que raramente retornam. Pesquisas mostram que o tempo gasto com navegação na internet é maior nas redes sociais do que em sites.
Em 2011, 114,5 milhões de pessoas na América Latina visitaram uma rede social, representando 96% da população online total na região. Os dados são de uma pesquisa da comScore divulgada em setembro deste ano.
A mesma pesquisa mostra que durante o último ano, a audiência de redes sociais na América Latina aumentou 16%, enquanto o tempo total gasto em sites de redes sociais aumentou 88%.

2 - Livre para todos
“Toda empresa pode criar um perfil em alguma rede social. Não há restrições. As companhias de bens de consumo podem usar as plataformas para promover seus produtos. Já as prestadoras de serviços podem divulgar seus serviços, interagir com os usuários, dar suporte e até tornar-se referência no ramo”, diz Fortes.




3 - Qual rede usar?
Segundo Fortes, é essencial identificar as necessidades da empresa antes de criar um perfil. Além disso, é necessário identificar o público alvo e qual a melhor forma de falar com eles.
Veja abaixo um resumo de cada uma das principais redes:
Facebook - permite muito engajamento e interação entre os usuários, além das possibilidades de personalização.
Twitter - possui poucos recursos e limite de caracteres, mas as empresas usam o microblog para conversar com os consumidores no dia a dia e ver se os usuários comentam sobre a marca.
YouTube - não é indicado para as empresas que não possuem capacidade de produzir vídeos. Os consumidores não gostam somente de propaganda, portanto é necessário produzir vídeos que façam sentido para a plataforma, como virais.
Fortes diz que “o YouTube pode ser complicado para uma empresa sem estrutura pois ela não terá de criar roteiros e vídeos interessantes constantemente se quiser engajar as pessoas”.
Orkut – Segundo Fortes, apesar de o Orkut ser uma rede bastante acessada no Brasil, ela não é considerada pelas empresas porque ela demorou muito para criar um espaço corporativo. “Até muito pouco tempo, em seus termos de uso, não era permitido atividade comercial na sua plataforma”.
O profissional também considera a perda de audiência do Orkut. “Somente este ano, sete anos depois da criação do Orkut e num momento de queda, o Google criou as comunidades patrocinadas dentro da rede."
Vale lembrar que o Facebook possui as fanpages, o YoutTube os brand channels e o Twitter os perfis verificados. “Nestas três plataformas o usuário tem canais próprios para solicitar a retirada de perfis falsos de marcas e a segurança para trabalhar a comunicação da empresa”.


4 - Quem atualizará o perfil?

No geral, os funcionários das empresas podem criar e manter os perfis, mas a situação complica dependendo do tipo de serviço e tamanho da empresa.

Para empresas de bens de consumo, é recomendável ter estrutura maior para elaborar os projetos e divulgar os produtos. Agências especializadas em redes sociais podem ajudar. “Se os funcionários são especializados em produtos industriais, talvez a área de comunicação não seja a praia deles”, diz Fortes.

“No caso de prestadores de serviços muito específicos, quando poucas pessoas possuem conhecimento na área, geralmente os funcionários das empresas geram conteúdo para os canais”, diz.

Dicas: Escreva artigos e acompanhe o que acontece nas redes. Use as plataformas para ampliar o networking e, com isso, eles podem ter você como referência para a produção de conteúdo. Também é recomendável criar uma equipe dentro da empresa, mantê-los informados sobre o que acontece nas redes e pedir que colaborem com a criação de conteúdo.


5 - Custos

Os custos variam com o objetivo da empresa no ambiente social. Segundo Fortes, a montagem da estrutura, planejamento, produção de conteúdo e posicionamento da empresa contribuem para agregar e construir uma marca. Estes aspectos devem ser levados em conta na hora de pensar sobre a verba.

“A empresa que deseja investir nas redes sociais devem ter uma equipe e destinar uma verba para isso. O investimento vai definir, principalmente, como a agência vai planejar trabalhos que virem assuntos entre os usuários. Não adianta nada estar nas redes e não gerar comentários”, diz.

O investimento em produção de conteúdo deve ser constante para atrair leitores. “Na rede, a verba deve ser constante e distribuída durante todo o ano. Em outras mídias, a verba é maior para épocas de lançamentos de produtos ou serviços. Apesar disso, nada impede de a empresa reservar para as redes uma parte maior da verba durante as datas comemorativas”, diz Fortes.






6 - Comentários negativos
É necessário estar preparado para receber comentários negativos. “Ninguém fala mal à toa. É necessário descartar agressões gratuitas e, se o usuário mostrar argumentos, é necessário intervir o mais rápido possível. As redes não param, portanto, a empresa deve deixar claro em quais momentos não presta atendimento”, diz Fortes.
“Também é necessário ter um fluxo de comunicação interno e não deixar perguntas sem resposta. As empresas de serviços tentem a ter uma interação maior com os usuários das redes. É recomendável ter uma grande estrutura de atendimento para atender satisfatoriamente e rapidamente a todos os consumidores”, diz.
Dicas: Responda a todos os usuários e crie conteúdo constantemente. Com isso, possíveis dúvidas de outros usuários serão respondidas a partir da resposta direcionada a outros perfis.
Mantenha sua página aberta, seja franco e positivo. Isso pode ajudar a diminuir as reclamações porque os usuários encontram no seu perfil uma forma de conversar diretamente com a empresa. É importante que a empresa responda as reclamações, converse com os usuários e estar sempre presente e acessível.

7 - Controle de vendas
Empresas de e-commerce possuem maior controle sobre as estatísticas de vendas que são feitas por meio da plataforma online. Isso acontece porque ferramentas de monitoramento identificam os usuários que efetuam a compra a partir do link divulgado nas redes sociais. Neste caso, o perfil empresarial serve de gerador de tráfego para a página de venda.
Fortes diz que, no caso de produtos de massa, a situação é um pouco mais complicada porque não tem como perceber uma venda motivada por uma divulgação online. “Mesmo que o resultado das vendas não seja ser exato, pesquisas mostram que os fãs das marcas, como aqueles que clicam no botão “curtir” ou seguem a empresa no Twitter, fazem uma melhor propaganda para os amigos”.
Estudos confirmam que os consumidores buscam referências de produtos ou serviços nas redes. Uma pesquisa realizada pela Gfk, empresa de pesquisa de mercado, mostra que 27%, numa amostra de 1.000 pessoas, disseram usar redes sociais para pesquisar marcas, enquanto 17% afirmaram usá-las como recomendação.




(Fonte:http://info.abril.com.br)
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Empresas passam a investir mais em Facebook do que em sites

Rede social tem três vezes mais acesso que Google.

Sempre de olho nas oportunidades, as empresas estão migrando os investimentos em marketing dos sites institucionais para o Facebook, a mais importante rede social do momento. Também não é para menos, o relatório divulgado em setembro, pelo Ibope Nielsen Online, informa que o Facebook ultrapassou o Orkut em número de usuários no Brasil, tornando-se, assim, a maior rede social do País.

De acordo com o levantamento, em agosto de 2011, o Facebook tinha 30,9 milhões de usuários no Brasil - o que equivale a 68,2% dos internautas do País. Vale enfatizar que, no segundo trimestre de 2011, 77,8 milhões de brasileiros tinham acesso à internet no Brasil. O que representa um avanço de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A disseminação é tamanha que o endereço do Facebook já é três vezes mais acessado que o do Google. Todo este cenário tem impulsionado o comércio eletrônico, principalmente por intermédio das redes sociais. Com isso, a estimativa é que o comércio social movimente US$ 5 bilhões no mundo, em 2011.

As empresas estão descobrindo todo esse poder e o potencial de relacionamento decorrente das redes sociais. Uma das explicações é que com as redes as empresas podem mapear melhor o perfil do cliente. Isso porque, quando a divulgação das empresas eram apenas os sites institucionais, na maioria das vezes, as pessoas apenas visitavam, liam alguma informação sobre a empresa, os produtos e serviços.




Não havia uma interação e a empresa não tinha um “feed back” direto e contínuo, nem ao menos sabiam quem eram estes visitantes. No Facebook, ao curtir a fanpage, a pessoa já é identificada e pode-se traçar um pequeno perfil de acordo com as fanpages que ela curte. Outra grande vantagem é poder interagir com esse público.

O Facebook passa a ser, indiretamente, uma importante ferramenta de propaganda boca-a-boca. Para exemplificar: uma pessoa vai comprar um carro e pergunta para a rede de amigos a opinião sobre determinada marca. Com certeza, vão aparecer vários comentários, bons ou ruins, que influenciarão na compra, já que são de pessoas conhecidas.

O Orkut não despertou este mesmo interesse das empresas, porque no Facebook é mais fácil de compartilhar e não precisa entrar na página do amigo para saber o que acontece com ele, já aparece tudo, de todos, numa única página. Isso facilita a viralização das informações.








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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Geração Z: os filhos da Tecnologia

"Nascidos em "berço tecnológico", eles acompanham vorazmente o mundo virtual e se tornam consumidores ávidos da tecnologia, despertando o interesse das empresas em todo o mundo."

Seria realmente possível nomear gerações sem colocar na mesma cesta pessoas com realidades sócioeconômicas e histórias de vida completamente diferentes? Talvez não, mas, por outro lado, atualmente é inconcebível analisar o comportamento de um adolescente, independente da época em que ele viveu.

Após a Geração X, composta pelos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial, tivemos a Geração Y, também chamada de Millennials, composta por pessoas nascidas entre os anos 80 e 90. Já os viciados em estarem conectados o tempo todo e com elevado nível de consciência ambiental formam a Geração Z, que tem seus integrantes nascidos entre 1990 e 2009.

A convergência de música, TV, jornal, etc. num único aparelho criou um novo tipo de comportamento, pois o indivíduo tem todas as ferramentas disponíveis em tempo real, mesmo em deslocamento. O nível de informação – e, principalmente, a velocidade com que tudo acontece – permeia essa geração.






São pessoas que não conheceram o planeta sem celular. Foram influenciadas desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas e formado pela ruptura de tempo e espaço típica do século XXI.

Para eles, a globalização não foi algo adquirido à custa de grande esforço. Têm acesso muito fácil à informação, o que os coloca um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos. Porém, o bombardeio de informação coloca o desafio de filtrar o que é bom do que é perda de tempo, e aí fica a grande questão de sempre. Mais importante do que a informação é usá-la com inteligência.

Vivem em um ritmo frenético e fragmentado pelas inúmeras atividades distintas que realizam simultaneamente. Se essa característica, por um lado, pode ser benéfica, por outro, pode gerar pessoas dispersas, com dificuldade para se concentrarem em uma só ocupação. Isso sem falar num mal ainda maior - a ansiedade crônica e até mesmo o stress. Deixe um jovem sem celular e/ou computador por dois dias para ver o que acontece.

No mundo permeado pelos meios digitais, obviamente a Geração Z valoriza muito a comunicação. Assim como foi com a X e Y, eles representam as novas linguagens e comportamentos e já estão influenciando diretamente os hábitos de consumo. A atenção que o mercado deve ter é entender o comportamento multitarefa que eles têm e estudá-los para oferecer o que eles demandam.

Podemos considerá-los como a primeira geração totalmente globalizada, em que as informações pessoais ganham o mundo em segundos.  Outro fator importante é que esses jovens possuem alto poder de compra se comparados às gerações anteriores.

São a cara da nova economia, cheios de ações interdependentes, que dão valor para coisas diferentes, de maneira totalmente nova. Jamais concordarão em pagar por conteúdo, pois a internet os criou desta forma.

Essa consciência coletiva, na verdade, abre uma gama infinita de oportunidades para as marcas, independente do segmento. Somente as marcas que entenderem esse novo consumidor, que realmente forem honestas e verdadeiras com as questões sociais e ambientais, terão sucesso com os Z. E entender esse novo perfil nada mais é do que entender que, mais uma vez, por trás de tecnologias avançadas e novas formas de pensar, estão seres humanos, cheios de aspirações e anseios, vivendo num mundo cada vez mais consumista.




(Fonte de apoio: www.focoemgeracoes.com.br)




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